27 de Abril de 2019

Caiu um muro

texto Rui Eduardo Paes fotografia Cláudio Rêgo

Numa fase especialmente criativa do seu percurso, Rodrigo Amado escolheu o mês de Abril para fazer as contas com o passado e abrir perspectivas para o futuro, chamando para ambas as circunstâncias, em dois concertos na SMUP, a colaboração de Andrew Lisle e Ricardo Toscano. Com este último fez mesmo história, mudando o cenário do jazz português.

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3 de Abril de 2019

Um arranque caseiro

texto Gonçalo Falcão fotografia Estelle Valente

Fomos ao S. Luiz conhecer o festival com que a direcção deste teatro substituiu a anterior Festa do Jazz. O nome escolhido fez-nos crer que seria o equivalente, em termos jazzísticos, ao que o Web Summit é para a cidade de Lisboa, mas encontrámos algo de bem mais modesto. É o que se conta aqui em baixo…

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26 de Março de 2019

De tudo um pouco

texto João Esteves da Silva fotografia Vera Marmelo

Dois dos músicos mais importantes do nosso tempo entraram em colisão num concerto da Culturgest que levou para o palco o sublime tumulto colocado no álbum “The Transitory Poems”, agora editado pela ECM. Foi uma noite deveras especial e a jazz.pt esteve presente.

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13 de Março de 2019

Foi assim que aconteceu

texto Rui Eduardo Paes fotografia Câmara Municipal da Amadora

O ciclo de concertos organizado pelo município da Amadora abriu este ano o seu cartaz a uma intervenção internacional, a de um largamente ovacionado Marc Copland Trio (foto acima). As participações portuguesas dos TGB e do LUME não estiveram longe na aceitação do público e ainda se ouviu uma GeraJazz mais madura. A jazz.pt conta como foi…

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13 de Fevereiro de 2019

Da improvisação como magia

texto Rui Eduardo Paes fotografia Miguel Silva

O ciclo Solilóquios do Yoga sobre o Porto comemorou o seu segundo aniversário com dois dias de concertos que ficarão certamente na memória de quantos a eles assistiram. A 9 e 10 de Fevereiro passado, a magia da improvisação aconteceu na Invicta…

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31 de Janeiro de 2019

Improvisações há muitas

texto Rui Eduardo Paes fotografia Cláudio Rêgo

Improvisações há muitas, diria Vasco Santana. Foi o que perceberam quantos assistiram aos quatro primeiros concertos do ano na SMUP, todos eles diferentes. A jazz.pt esteve lá e conta como foi (na foto: Hernâni Faustino a solo)…

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8 de Janeiro de 2019

Começou bem o ano

texto Rui Eduardo Paes fotografia Cláudio Rêgo

O grupo de Ricardo Jacinto, Gonçalo Almeida e Nuno Morão está a viver uma nova fase do seu percurso, como se verificou no primeiro concerto de 2019 na paredense SMUP. Na procura de uma improvisação trans-idiomática ligaram-se à electricidade e tocaram uma música que foi beber à folk e ao pós-rock, por vezes com repetitivismos rítmicos à maneira dos Dawn of Midi. O público entrou em delírio.

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24 de Dezembro de 2018

Orgia de sons

texto Rui Eduardo Paes fotografia Cláudio Rêgo

O ano terminou a 15 Km de Lisboa, na incontornável SMUP, com dois concertos que parecia nada terem de comum a não ser os processos da improvisação. Os Beat the Odds e os Ikizukuri (foto acima) acabaram por se encontrar a meio na sua tentativa (mais do que conseguida!) de realizar uma festa dos sons: um chegando ao factor ritmo e o outro partindo deste.

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17 de Dezembro de 2018

Apoteose de Natal

texto Rui Eduardo Paes fotografia Cláudio Rêgo

A semana que passou trouxe à Parede, no concelho de Cascais, dois concertos especiais. Num ouvimos a dupla de Albert Cirera e João Lencastre, e no outro um projecto em que Mars Williams (foto acima) celebrou em simultâneo o legado de Albert Ayler e o Natal, com Rodrigo Amado, Luís Lopes, Vasco Trilla e, como convidado-surpresa, o trompetista Peter Evans. Foi a apoteose e vai haver mais, antes que o ano termine.

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22 de Novembro de 2018

A inevitabilidade das coisas boas

texto Gonçalo Falcão fotografia Guimarães Jazz

O festival da cidade-berço cresceu como só podia acontecer, passando a ocupar 10 dias seguidos. A jazz.pt esteve presente em alguns deles – os possíveis – e aqui vos conta como foi o que ouviu, da autêntica máquina de tocar boa música que é a Mingus Big Band (foto acima) aos Uplift de Dave Douglas.

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1 de Novembro de 2018

Bons argumentos

texto Rui Eduardo Paes fotografia João Duarte

Sem Carla Bley, porque ficara doente na sua passagem pela Alemanha, os Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra tiveram outros bons argumentos para conseguirem mais uma boa edição, a 16ª do festival. Disso, e de mais, aqui vos falamos…

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31 de Outubro de 2018

Da criatividade na música

texto Gonçalo Falcão fotografia SeixalJazz

Num festival que perdeu os anéis, mas guarda alguns dedos, o melhor da edição deste ano foi trazido neste mês de Outubro por grupos da Polónia e de Itália (Roots Magic, na foto acima). Faltou Carla Bley, que adoeceu antes de a digressão do seu trio chegar a Portugal. Aqui fica o relato do que ouvimos no Fórum do Seixal…

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12 de Outubro de 2018

A festa, 20 anos depois

texto Nuno Catarino fotografia Luís Godinho e Rui Caria / Angrajazz

Chegado à sua 20ª edição, o festival de Angra do Heroísmo aproveitou a ocasião para celebrar: apresentou um total de sete concertos, incluindo três orquestras, lançou o segundo disco da Orquestra Angrajazz e, apesar do cancelamento de última hora de Jazzmeia Horn, conseguiu encontrar em Camila Meza uma substituição de bom nível (foto acima: Darcy James Argue’s Secret Society).

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10 de Setembro de 2018

Groove indonésio

texto Nuno Catarino fotografia Welcome People & Art

O teclista da Indonésia que funde o jazz com a música tradicional do seu país passou por Lisboa com o seu grupo e teve convidados portugueses como Maria João, João Farinha e Pedro Jóia. O público gostou do que ouviu…

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21 de Agosto de 2018

Só para os que ficaram

texto Rui Eduardo Paes fotografia Rui Baião

A Zaratan escolheu o meio do mês de Agosto para o festival que dedica a quem não saiu de Lisboa em gozo de férias, misturando géneros musicais e até indo para além da música. A improvisação teve lugar nobre no programa, como aqui vos damos conta.

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7 de Agosto de 2018

Ano Zorn

texto Gonçalo Falcão e Nuno Catarino fotografia Petra Cvelbar

Numa edição especial dedicada à música de John Zorn, o festival da Gulbenkian incluiu este ano um total de 22 concertos, entre três em que o saxofonista (e organista) tocou e outros em que os grupos convidados interpretaram a sua música. Apenas quatro saíram deste figurino, ainda que dois deles – os dos participantes portugueses – sob a sua esfera de influência. A música ora foi de primeira, ora resultou em desaire, como aqui se conta.

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24 de Julho de 2018

Como as ondas do mar

texto Rui Eduardo Paes fotografia Rui Baião

O trompetista que é uma das mais importantes figuras da música criativa portuguesa foi à SMUP apresentar a quarta versão daquele que talvez seja o seu mais intrigante projecto de sempre. Aqui fica um testemunho dessa noite muito especial em que a música se construía por vagas, uma onda dando lugar a outra.

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18 de Julho de 2018

Debaixo de um frondoso arvoredo

texto Nuno Catarino e Gonçalo Falcão fotografia Vera Marmelo (Goethe Institut)

Na sua 14ª edição, e como vem sendo de regra, o festival do Goethe Institut trouxe a Lisboa um conjunto de formações que indiciam os novos caminhos do jazz europeu, começando por Portugal e terminando na Alemanha. Pois foram o trio de “The Attic” e os Gorilla Mask (foto acima) os pratos mais fortes da iniciativa, com muito de bom a acontecer pelo meio no jardim do Campo dos Mártires da Pátria.

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11 de Julho de 2018

Entre o “groove” e a contemplação

texto Nuno Catarino fotografia Fundação de Serralves

O ciclo de jazz promovido pela Fundação de Serralves arrancou com o projecto The Mantra of the pHat Lotus de Mané Fernandes, numa aposta no jazz nacional. Entre temas ritmados e baladas introspectivas, o concerto foi simultaneamente acessível e desafiante. Nos próximos dois sábados a música continuará a seguir esta linha.

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26 de Junho de 2018

A segunda vida de Belzebu

texto Gonçalo Falcão

Vítor Rua e um antigo “compagnon de route” do duo que o primeiro manteve com Jorge Lima Barreto durante 20 anos, António Duarte, foram ao Maria Matos recriar o álbum histórico que fundou o chamado “minimalismo repetitivo”, anos antes de conotarmos os Telectu com a improvisação e de os ouvirmos a tocarem com músicos de jazz: “Belzebu”. A sala esgotou.

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