Aberto à mudança
Há uma novíssima geração no jazz nacional e nesta alguns nomes vão-se destacando devido às suas qualidades técnicas e criativas. Este saxofonista vindo da Madeira, mas nascido na Venezuela, é sem dúvida, um deles…
Há uma novíssima geração no jazz nacional e nesta alguns nomes vão-se destacando devido às suas qualidades técnicas e criativas. Este saxofonista vindo da Madeira, mas nascido na Venezuela, é sem dúvida, um deles…
Esteve em Guimarães este ano e novamente deslumbrou. Em 2013 teve também disco novo, com “39 Steps” a marcar o seu reencontro com o pianista Marc Copland. Conversámos com o “working guitar player” que, com ironia, lembra estar 40 anos mais velho do que em “Timeless”…
O seu nome vai aparecendo cada vez mais nos domínios da improvisação e do jazz. O próprio Carlos Barretto foi buscá-lo para integrar a nova configuração do grupo In Loko e a comunidade lisboeta do Intendente deve-lhe o acesso a outro tipo de sonoridades que não as habituais num bairro popular. Muito há a esperar deste jovem violinista e cantor que também dança.
O autor de “Sooner or Later” vem ao Porto. Na bagagem traz o novo “software” de sintetizador Aalto e os registos que fez em El Salvador de um menino a enterrar o seu próprio pai – aqueles mesmo que o tornaram num dos poucos improvisadores assumidamente políticos em actividade. Aqui ficam algumas dicas do próprio sobre o que se vai ouvir – e mais vale tarde do que nunca – em Dezembro entre nós…
Seis olhares do jazz que se toca em Portugal ganharam voz numa conversa promovida pela Rua de Baixo em parceria com a jazz.pt e a Le Cool Lisboa. Aqui está o que pensam sobre a existência de uma efectiva “fotografia jazz” e sobre a sua posição relativamente ao jornalismo, ao documentalismo e à arte, os três caminhos percorridos pela fotografia.
Uma das mais importantes figuras da cena londrina da improvisação, o clarinetista dirige o seu próprio grupo, Splatters, e é membro da prestigiada London Improvisers Orchestra, na dupla condição de instrumentista e “maestro”. A jazz.pt quis saber mais sobre este músico.
A pianista e compositora tem novo disco em que a improvisação volta a desempenhar um papel muito especial. O próprio título, “Elogio da Desordem”, diz tudo quanto ao que lá está dentro: música que resulta de muito trabalho. Agora, diz à jazz.pt, é preciso deitar abaixo o Governo…
Paulo Chagas apresenta-nos a sua parceira no álbum “Forest Stories”. Fiquem a saber quem é, de onde vem e o que procura esta pianista em ascensão nos domínios do jazz grego, de que tão poucos ecos nos chegam. O mundo lá vai ficando mais pequeno, graças ao esforço de quem não se conforma com viver na periferia da música, e em crise…
Aquí tão perto e, no entanto, tão longe, na Galiza, há um romancista que é também compositor e pianista e também crítico de música. Sempre que pode, ainda corta as ondas com uma prancha de surf e vê nisso uma relação com o jazz. É altura de o conhecer em Portugal. Urgentemente…
Diz que a música é um veículo para os seus estados emocionais e que é necessário estar preparado para receber os impulsos criativos. Ao terceiro disco, regressa ao formato de trio e recentra-se no essencial. Com “Cérebro: Estado Zero” reitera os motivos que fazem dele um dos mais relevantes saxofonistas nacionais da atualidade.
O jazz que toca contém imagens e a música que compõe para o ecrã tem dentro dela muito jazz. Pianista imaginativo e sem complexos, tornou-se num dos mais interessantes músicos da sua Galiza natal, de Espanha e de toda a Península Ibérica. Está num momento particularmente feliz do seu trajecto e a jazz.pt reparou nisso…
O pianista e compositor entende a música como um fenómeno holístico que espelha o Homem enquanto artista e que deverá ser motivador de evolução e não de criação de barreiras. Lançou recentemente “A Hundred Silent Ways”, disco a solo que testemunha a sua abrangente visão musical.
Foi ele quem comandou as operações da grande surpresa do Jazz em Agosto deste ano: o grupo Elephant9. Já cá tinha estado, há uns anos, com os Supersilent, mas foi desta que se fez valer com o seu Hammond e o seu Fender Rhodes ligados a pedais de guitarra…
O responsável do Estúdio Namouche é, talvez, aquele que, em Portugal, mais jazz tem gravado. Foi com ele que se realizou a segunda Tertúlia Jazz, iniciativa da Rua de Baixo em parceria com a Le Cool Lisboa e a jazz.pt que teve lugar na Livraria Barata, em Lisboa. Aqui fica o que disse este técnico que se sente privilegiado por merecer a simpatia dos músicos…
O “enfant terrible” do saxofone europeu volta a Lisboa para uma participação no Jazz em Agosto, trazendo consigo um The Thing em versão XXL. E avisa: «Free the jazz – but don’t fuckin touch my rock.»
É um nome incontornável do jazz nacional. O contrabaixista argentino radicado no Porto acaba de lançar o seu quarto registo como líder, “En Febrero”, pretexto para uma conversa em que o músico faz o balanço de uma década plena de atividade em Portugal.
O cornetista de Chicago tem a seu cargo o fecho do Jazz em Agosto. Com ele traz músicos de dois dos seus principais projectos, Chicago Underground e São Paulo Underground, e um convidado muito especial: o saxofonista Pharoah Sanders. Aqui ficam alguns indícios do que irá acontecer nos jardins da Gulbenkian, pelas suas próprias palavras…
O autor do novo “’A’ Maiúsculo com Círculo à Volta” respondeu às perguntas de Pedro Tavares na primeira das Tertúlias Jazz organizadas, em parceria, pela Rua de Baixo e pela Le Cool Lisboa. A jazz.pt associou-se à iniciativa, publicando em simultâneo com as duas revistas “online” a conversa decorrida ao vivo no Cinema City, em Lisboa.
A nova aquisição da ECM vem a Portugal tocar com o seu Third Reel, num muito esperado concerto de final de tarde no lisboeta Jazz Im Goethe Garten no dia 9 de Julho. Na noite anterior, estará a falar na Trem Azul, casa da sua outra editora, a Clean Feed. A jazz.pt quis saber mais sobre este músico suíço de influência nova-iorquina…
Cada vez mais um nome de referência do jazz europeu, para além do galego e espanhol, o contrabaixista vai apresentar no festival Imaxina Sons uma nova formação que está a criar as maiores expectativas, o Cuarteto Europa. Um supergrupo com Dominique Pifarely, Samuel Blaser e Ramón López de que quisemos saber mais…
Agenda