, 23 de Novembro de 2016

Festival Porta-Jazz com 11 concertos em dois dias

Como já é habitual desde a sua primeira edição (esta é a sétima), o Festival Porta-Jazz de 2016 vai realizar-se a 7 e 8 de Dezembro, com um total de 11 concertos a começarem nos finais de tarde, sempre no Teatro Rivoli e sempre reunindo a nata dos músico de jazz com actividade no Porto, nalguns casos em associação com instrumentistas de outros países e de outros pontos de Portugal.

A abertura faz-se às 18h00 de dia 7 com o Vítor Pereira Quinteto, estando o guitarrista-líder acompanhado por José Pedro Coelho (saxofone tenor), João Mortágua (saxofone alto), Nuno Campos (contrabaixo) e José Marrucho (bateria). Segue-se o quarteto do contrabaixista Miguel Ângelo, com o saxofonista João Guimarães, o pianista Joaquim Rodrigues e o baterista Marcos Cavaleiro.

Já à noite, pelas 21h30, vez para o grupo Do Nada e das Coisas Celestes, com José Pedro Coelho, Eurico Costa (guitarra eléctrica), Nicolas Canot (electrónica), Sylvain Darrifourcq (bateria e electrónica) e Eduardo Cunha (vídeo). Os Michael Lauren All Stars sobem depois ao palco, ao baterista que dá nome ao septeto juntando-se os sopros de José Menezes e Hugo Alves, a guitarra de Nuno Ferreira, o vibrafone de Jeffrey Davis, o piano de Diogo Vida e o contrabaixo de Carlos Barretto. A noite termina com uma formação de alunos da ESMAE, a saber Luís Macedo, Xani Sousa, Hristo Goleminov, Miguel Meirinhos, Hugo Ribeiro e Marcelo Soares.

No dia 8 de Dezembro a música arranca às 16h00 com O Grilo e a Longifolia, projecto do pianista João Grilo com Filipe Louro no contrabaixo e Ricardo Coelho na bateria, nesta ocasião com a participação especial de Filipe Fernandes em electrónica. Os MAP vêm depois, com Paulo Gomes (piano), Mané Fernandes (guitarra eléctrica), Miguel Ângelo e Acácio Salero (bateria. Em continuação, o contrabaixista Demian Cabaud convida para tocarem com ele os músicos Gonçalo Marques (trompete), Miguel Fernández (saxofone), Alberto Bover (piano) e Jeff Williams (bateria). A matiné termina com uma formação da vizinha Espanha, Juzz, com Virxilio da Silva (guitarra eléctrica), Rosolino Marinello (saxofone tenor), Xan Campos (piano eléctrico Fender Rhodes), Alex Salgueiro (órgão Hammond), Felix Barth (baixo eléctrico)  e Iago Fernández (bateria).

Após o jantar, Mané Fernandes, Ricardo Formoso (trompete) e José Soares (saxofone) chamam à cena o baixista Nick Jurd e o baterista Edward Richardson. O fecho faz-se com o Coreto (foto acima) adicionado por Torbjorn Zetterberg, “ensemble” com 12 elementos em que encontramos as palhetas e os metais de João Pedro Brandão, José Pedro Coelho, Hugo Ciríaco, Rui Teixeira, Ricardo Formoso, Susana Santos Silva, Andreia Santos e Daniel Dias, mais a guitarra de AP, o piano de Hugo Raro e a bateria de José Marrucho.

Mas não é só: o festival será antecipado por alguns “workshops” e concertos. A 30 de Novembro, no Auditório da FEUP, toca o Abe Rábade Trio. A 4 de Dezembro, no Conservatório de Música do Porto, Mané Fernandes e Ricardo Coelho dirigem uma oficina, com apresentação pública dos resultados no final. A 6, o Mário Santos Bloco A4, tendo Nguyên Le como convidado, apresentam-se no Passos Manuel, local onde o guitarrista também fará um “workshop”. Outras oficinas serão coordenados, dias 7 e 8, no Rivoli, por Demian Cabaud e Virxilio da Silva.